12/01/2015

Capitulo 2 - Escolha Perfeita

Rebecka Ross P.O.V
Meu pai me acordou seis horas da manhã e falou que o voo foi adiantado... Serio isso? Ridículo, provavelmente é ele tentando se livrar de mim!
Estava escovando meus dentes e minha mãe me chamou:
-  Filha, se comporta lá, mostra pra ele que ele está errado, que você vai agir melhor se ficar aqui. – ela é falsa né? -  Que eu vou tentar conversar com ele para ele te trazer de volta - a olhei e franzi a testa
- E por que não me defender quando ele tomou a decisão? Agora quer concertar a merda, mãe? – falei me alterando com ela.
- Primeiro olha o jeito que você fala comigo – ela disse séria – Segunda, você quer que eu brigue com seu pai? É por que não tem 17 anos que você mora com ele – ela disse cruzando os braços – Seu pai quando toma uma decisão...
- Ele não muda – completei antes dela, tava cansada dela sempre falar isso – Ok, entendi – falei terminando de pegar umas coisas no armário.
- Então, tenta mostrar pra ele – ela disse e soou como aviso.
- Vou tentar mãe, mas olha... – Respirei e me virei de frente pra ela - O Justin vai estar lá, como vou agir melhor? Sentiria-me melhor em dar um chute nele, isso sim! - ela riu e eu também.
- Não o provoque – ela disse – Por que você faz isso – ela falou e eu a olhei incrédula, mas não hesitei por que eu implico mesmo, mas só as vezes - Agora anda ai, que seu pai já esta impaciente lá embaixo - ela falou e saiu batendo a porta.
Me comportar bem? BEM? Em 17 anos e meus pais ainda não me conhecem... Vou ser o terror daquele lugar. Desci com minhas malas, com um pouco de dificuldade e quando meu pai me viu me ajudou, e eu suspirei aliviada  por causa do peso.
- Mãe, depois você manda o resto pra mim? - perguntei e ela assentiu.
- Não sei pra que levar tanta coisa, está indo pra uma escola não para Las Vegas – meu pai disse.
- Pai? – ele me olhou -  Não da palpite, eu realmente não estou afim de falar com você – falei emburrada e abracei minha mãe e me despedi da Tina, nossa empregada.
- Vou sentir falta da sua comida, Tina – falei a abraçando e ela sorriu.
- Quando você vir, eu farei o melhor prato – ela disse.
- Por isso que eu te amo – falei beijando seu rosto e minha mãe riu.
- Vamos logo que seu voo sairá em 2 horas - apenas o olhei com tédio e caminhei até a porta.
Não conversei com eles o caminho todo, fiquei quieta para não gerar mais assunto e mais motivos para eu permanecer naquele inferno de escola. Eu olhei umas fotos, as meninas têm caras de retardadas, os caras de cabaços, será que eles sabem o que é beijar? Transar? Se não... Pode deixar que eu dou um jeito. Olhei para a janela vendo a paisagem daquela grande cidade. Como sentiria falta dessas luzes. Eu nem liguei para despedir de ninguém, alias não converso com muita gente, mas os poucos não fiz muita questão. São falsos, MUITO.
Chegamos ao aeroporto e lá estava o Bieber sentado com aquela pose ridícula de Bad Boy - ai que vontade de vomitar – Pensei - Chegamos mais perto e  meu pai cumprimentou o Jeremy que depois venho em mim e na minha mãe, cumprimentei Pattie sem animo e nem olhei para o Justin. Mas ele tinha seu olhar em mim, ele sempre fazia isso. Que saco! Pattie e Jeremy se despediram de Justin e meus pais de mim. Estávamos caminhando até o jato que nossos pais alugaram e Justin me deu um leve empurrão, no qual eu retribuo, mas um pouco mais forte o fazendo desequilibrar. 
 - Do que tá rindo garota? – perguntou sendo grosso como sempre. Não tava demorando.
- Imaginando aqui  eu te empurrando e você caindo de uma escada, quebrando esse nariz empinado seu -  falei no mesmo tom e ele me olhou super serio e entrou no avião e eu também logo em seguida. Vimos pela janela nossos pais e acenamos. Vão á merda!
- Não acredito que vou ter que te aturar - ele falou negando com a cabeça jogando seu corpo na poltrona.
- Bieber, você é louco por mim – falei rindo – Deve estar todo feliz – falei pegando meus fones na mochila e ouvi uma gargalhada.
- Sonha Rebecka! – ele disse me olhando levantando uma sobrancelha.
- Se você não fosse tão idiota, eu te dava uma chance, mas... Você me da nojo! – falei jogando na sua cara, eu sabia que ele sentiria por que eu sei que no fundo ele ainda gosta de mim, esse cara nunca saiu do meu pé. No último natal ele tentou me agarrar várias vezes, coitado.
- Não quero chance sua, e quem me da nojo é você – ele falou se virando totalmente pra mim, sua cara era a melhor, ele estava desapontado.
- Aham Bieber, finge que não, que eu finjo que acredito – gargalhei.
- Garota, a única coisa que eu quero fazer com você é jogar você por essa janela – ele disse.
- E com quem você ia brigar? Desperdício, tenho que ficar viva para acabar com  a sua vida – falei.
- Não vou aguentar você por um ano – ele falou passando a mão no rosto estressado.
- Tudo culpa sua - ele me olhou incrédulo.
- CULPA MINHA? - gritou - VOCÊ QUE FAZ AS COISAS TUDO ERRADO E VEM ME CULPAR.
-  FOI EU QUE ME AUTO ME EMPURREI ONTEM ATRAPALHANDO TODA CENA? FOI EU QUE MENTI FALANDO DE UM CARA QUE EU FIQUEI? - ele ficou calado e apenas olhou pra janela e eu fiz o mesmo. O avião decolou e eu coloquei meus fones o mais alto possível para não ter que ouvi-lo se ele falar algo.
Duas horas de passaram. Faltava só mais nove. ÓTIMO. Senti fome e apertei o botão para a aeromoça vir.
- O que deseja senhorita Ross? – ela perguntou chegando ao lado do meu banco.
- Rola – Justin respondeu do seu banco se tirar os olhos do seu celular.
- Alguém está falando com você aqui, idiota? – o olhei com meu olhar o fuzilando.
- Quero comer – disse a aeromoça que olhava nossa briga com a maior cara de tédio.
- Trago em alguns minutos – ela disse e se retirou para a cabine que tinha ali atrás.
Justin se levantou e caminhou até na frente e depois voltou, depois foi de novo e meu olhar apenas o acompanhava. O que esse imbecil está fazendo?
- Gosta tanto de me olhar assim, Ross? – ele parou na minha frente.
- Então olhando o que a flor está fazendo – falei fazendo minha típica expressão sínica. – Mas como nada que você faz é produtivo... – levantei ficando cara a cara com ele – Eu estava debochando mentalmente – sussurrei bem perto do seu ouvido e vi de relance ele virar seu rosto. Eu apenas desviei e fui caminhando até o banheiro. Ele não perde uma.
Usei o banheiro e lavei minhas mãos, e percebi que na minha poltrona já tinha meu lanche. Sentei-me e comecei comer. Senti uma mão cutucar meu ombro e quando olhei pra cima era o Justin na poltrona de trás.
- Vai tomar no seu cú – falei o olhando e voltei a atenção para meu lanche.
- Vai se fuder, Rebecka! – ele esbravejou – Metida, ignorante – falou vindo até seu banco, que era do lado do meu porem da outra janela.
- Vai você, me cutucou pra que? – falei o olhando, esperando uma resposta. Não, por que ele me cutucou e tem que ter motivo.
- Pra te mandar ir pra casa do caralho – falei com frieza e eu arqueei minhas sobrancelhas
- A gente ta indo, amor – falei rindo e voltei a comer.
Algumas entediantes horas se passaram e realmente eu não aguento mais ficar nesse avião. Justin estava dormindo, e eu o olhei. Cara ele é tão gato, mas puta que pariu, vai ser irritante assim na África, bem longe de mim. Se eu pudesse pegá-lo e jogar na floresta para os leões comerem, eu faria e ainda gravaria para me ver sempre.
 Faltava pouco, eu olhava pra aquela e vi aquele imenso oceano debaixo de mim, ia ficar mais feliz se Justin tivesse lá embaixo pedindo por socorro e eu mandar um beijinho daqui de cima. Claro, ele não veria, nem eu o veria, mas seria legal. Escureceu e adormeci.
[...]
- To com fome – ouvi uma voz rouca.
- Ninguém liga – respondi ainda de olhos fechados.
- Não to falando com você, vadia – ele disse e espera... Ele me chamou do que?
- Como é? – falei me levantando e jogando meu fone no banco. – Repete – o enfrentei
Vadia! Você não passa de uma vadia – ele disse trincando os dentes. E eu o acertei um tapa tão forte que seu rosto virou e minha mão ardeu.
- Me chama assim de novo, que você nunca mais, ouve minha voz direcionada pra você – falei apontando o dedo na sua cara. E ele estava incrédulo por causa do tapa. Ele mereceu.
- Seria uma gloria, menos uma irritação na minha vida – ele disse chegando bem próximo de mim, podia sentir sua respiração, ele era muito desafiador.
- Está avisado. – falei e me sentei
Senti algo me mexendo, e me dando leves empurrões, então fui abrindo meus olhos devagar dando de cara com Justin.
- Sério que eu tenho que acordar e ainda lidar com essa sua cara? – falei fazendo cara de nojo e ele ignorou
- Chegamos - ele falou seco e pegou uma mochila que tava ali e desceu do avião, peguei a minha e desci.
O Aeroporto era grande então ficamos perto para não houver complicações. Passamos pela alfândega e seguimos para pegar nossas malas.
- Podia ter te barrado – ele disse me olhando
- Que pena! – fiz cara de triste – O universo quer que eu te atormente mesmo – falei e o empurrei e peguei minhas malas. Coloquei no carrinho e andamos até fora do aeroporto.
Avistei um velho amigo do meu pai, Ethan, ele sorriu e abriu a porta do carro para nós. Eu fui na frente por que se eu sentasse ao lado do Bieber a gente ia fazer o cara bater esse carro.
- A Onde que é a tal escola? Porra Inglaterra é frio - falei e peguei meu casaco
- A Escola é ali senhorita – ele foi reduzindo a velocidade do carro.
Chegamos e aquilo não parecia uma escola, sim uma cidade, tinha campos, aquelas típicas escolas inglesas, todas aquelas pessoas de uniformes, passando para todos os lados... Não acredito que vou ter que usar essa porcaria ai.            
Estou de queixo caído com o Lugar, era muito bonito mas um pouco exagerado, mas era um luxo!
- Tira essa cara de bunda da sua cara - falei a Justin.
- É por que eu quero muito estudar aqui, então minha cara diz tudo - falou irônico e eu o ignorei.
- Qual é Justin? A gente vai ter que ficar aqui mesmo, você só me conhece e eu conheço só você – falei olhando pra ele que retribuía – A gente vai dar o fora daqui, relaxa – falei e ele balançou a cabeça. – E olha esse lugar, ele é bonito, não deve ser completamente ruim – falei tentando amenizar.
- Fale por você, eu não quero ficar aqui, quero as festas de Nova York, Los Angeles e as Garotas de Miami - arqueei as sobrancelhas e ri pelo nariz
-  Isso tudo é culpa sua – dei ombros. - Não posso fazer nada - ele travou o maxilar e me encarou
- Olá, vocês são Rebecka  Ross e Justin Bieber? - assentimos com a cabeça - Sou a Diretora da escola, meu nome é Magali - ela apertou nossas mãos, ela parecia não ser muito brava, mas sua voz dava um certo medo.
- Eu tenho muito trabalho hoje mas qualquer coisa podem ir na minha sala que logo será mostrada para vocês – ela disse sorrindo - Esta aqui é a Tiffany – pegou nas mãos de uma loira dos olhos verdes - Ela é a monitora aluna da escola, de minha total confiança, ela que cuida de quem faz coisas erradas e levam até a mim. Ela ajuda... Se eu não tiver podendo atender, é só buscar por ela, tudo bem? – Eu e Justin assentimos, mas o Justin estava era comendo a garota pelo olho.
A Menina tinha cara de vadia, ela me olhou com cara de nojo e esnobe, e quando olhou para Justin sorriu  toda simpática, parece que as inglesas não são tão santas assim. Ela pegou na mão do Justin o cumprimentando e me ignorou totalmente, e Justin ficou dando bola pra ela – bufei.
- Então Tiffany, fale as regras, mostre a escola, de os uniformes, a agenda de aula e seus dormitórios – concluiu - aproveitem - a Magali sorriu e se retirou.
- Então querida, vai ficar dando encima do Justin ou vai mostrar a escola pra gente, sabe... To com um pouquinho de pressa - falei sarcástica e ela corou de vergonha e soltou uma risada meio maldosa.
-  Regra numero 1-  ela veio pra minha frente – Respeite todos os alunos, e os que tem cargos superiores - comecei a comer minhas unhas – Regra 2, não falar palavrões – ela disse e eu ri.
- Buceta e ai? -  Falei a provocando. Eu ia quebrar todas as regras.
- VOCE TEM QUE RESPEITAR AS REGRAS! POR QUE 3 INFLAÇÕES, VOCE VAI EXPULSA -  ri alto
- É isso que estou querendo,amor – falei o olhando com deboche.
- Para as duas – Justin disse olhando para nós duas - Garota fica na sua e deixa ela terminar o serviço dela aqui - Justin falou e ela sorriu vitoriosa. Beleza Bieber, o que é seu está guardado.
Ficamos quase duas horas só para ela mostrar aquele castelo pra gente, os uniformes era uma coisa RIDICULA, meu dormitório tinha outras duas meninas que eu ainda não havia conhecido.Agora eu estava no meu quarto e ouvi baterem  na porta e fui ver quem era... Abri e vi
Justin com aquele uniforme escroto e comecei a rir sem parar
- Pode rir, vou fazer o mesmo quando colocar o seu - ele falou entrando no quarto.
- Justin você não pode entrar aqui, tem uma regra que menino não pode entrar em quarto de menina - falei o afastando
- Por isso vim aqui, nossos pais deve pagado a escola eu algo do tipo, a Magali foi ao meu quarto falar, que somos alunos “especiais”, que não temos que cumprir todas as regras, e que podemos ficar "pertos" um do outro. Mas só não pode as regras 6 e 5, transar, fumar ou assédios. – ele disse para mim olhando como se fosse uma notícia boa.
- Eles tão brincando né? Eu já ate agradeci por que eu não precisaria ver essa sua cara feia - eu não queria ter visto isso, mas na hora que falei o olhar do Justin se perdeu nos meus, e por um segundo vir a tristeza passar pelo seu olhar
- Ok - ele falou e saiu
Juro que quando vi-o com aquela cara saindo do quarto, me senti culpada, meu coração doeu, eu to sendo grossa demais com ele, mas ele também é assim comigo... A gente não se odeia? Minha vontade era de correr até ele e o abraçar e pedir desculpas... Pera o que? A gente sempre é assim. Briga, mas não para de se falar, mas aquela carinha de cachorro sem dono que me deixou bolada. Mas que se foda. Ele é um idiota.
- Você viu que gato? - umas garotas entraram no quarto falando – Eu fico com aquele novato - a outra ria. Elas estavam falando do Justin? - Será por que ele estava com aquela cara triste lá no corredor? - senti um frio na barriga por que eu tinha certeza que era Justin agora, e que o motivo de sua tristeza era eu. Oh Gostoso. Elas pararam e me olharam
- Quem é você? - uma loirinha perguntou.
- Sou Rebecka mas podem me chamar de Becky, sou a novata que veio junto com o Justin... O garoto que vocês estavam falando, agora eu fico nesse quarto também - meu rosto agora continha um sorriso.
- Você conhece o novato? - a Morena falou.
- Infelizmente sim – revirei os olhos bufando.
- Se quiser apresenta-lo para gente - a loira falou rindo
- Se a Tiffany não pegar ele primeiro, arrumo ele pra você - falei rindo e elas riram também.
- Já conheceu a cobra? - a morena perguntou.
- Sim, ela ficou dando encima do Justin enquanto mostrava a escola pra gente, foi ridículo – falei fazendo bico.
- Cuidado com ela, se ela sentir que você é uma ameaça, ela vai fazer de tudo para que você seja expulsa – a Morena avisou.
- É o que eu quero, não quero ficar aqui, nem eu, nem Justin - elas se entreolharam.
- Aqui não é tão ruim - a loirinha falou. É sim gata!
- Qual seus nomes? - perguntei rindo.
- Bom o meu é Melly - disse a loira.
- E o Meu é Ceci - disse a morena
- Vocês parecem ser legais - cheguei mais perto delas e tocou o sinal.
- A Você vai ter sua primeira aula - Melly falou empolgada.
- Então vamos - disse levantando sem animo algum.
- Tem que colocar o uniforme – lembrou- me e eu a olhei chocada. Serio isso?
- E coisa é muito feia - peguei bufando e indo ao banheiro, ouvi elas rirem.
Quando voltei com aquela roupa elas sorriram e ajeitaram um pouco o estava fora do lugar.
- Não ficou ruim em você, agora vamos - elas me arrastaram para fora da escola
No corredor havia muitas garotas e garotos, estavam entrando e saindo de salas, pegando coisas em armários... Estava sufocada com tanta gente.
Logo corri meu olho para o lado esquerdo e vi Justin olhando para o teto, perdido. Parei as meninas e fui ate ele e elas travaram.
- Não vai pra aula? - perguntei chamando sua atenção.
- Vou esperar o professor chegar aqui, minha sala é essa - ele apontou pra porta - pelo visto, já fez amigas. Olhou para as meninas, que coraram.
- Sim e você? Não conheceu ninguém?
- Sim, Chris e Chaz - ele falava seco sem olhar pra mim. – Agora pode sair, já fingiu sua preocupação – falou.
- Credo Justin eu tento conversar com você numa boa  para ver se a gente se entende e some dessa escola, mas você não coopera né? – falei me alterando e ele se pôs a me olhar - Já percebeu que a culpa é sempre sua? – Agora eu jogaria as verdades em sua cara - Você tem que ficar sozinho mesmo, e eu lá no meu quarto com dó por que você saiu triste de lá, você tem que é ficar triste mesmo, por que não dá valor pra nada – disse jogando as palavras em sua cara, com raiva e sai e percebi que tinha muitos olhares em mim e Justin. Umas meninas cochichando, dei ombros e entrei na minha sala que era junto com Melly.

 Justin Bieber P.O.V
Primeiro eu tento conversar com ela e ela é ignorante comigo, juro que não gostei, eu posso às vezes desentender com ela, mas eu não gosto quando me tratam mal sem motivo, eu tinha ido lá a oferta de paz, por isso não a xingo mais, pra ela sentir, que é ela que começa sempre, e por que eu quero vazar daqui.
O professor Chegou e eu entrei junto com ele, foi aquela palhaçada de me apresentar. Babaquice, mas lá da frente fitei vários rostos de garotas que serão meu alvo. Sentei-me em minha cadeira e sentia olhares para cima de mim, as garotas ficavam dando em cima de mim, me dando sorrisos e levantam a saia em minha frente, mas não gosto de garotas assim. Gosto das belas, mas não belas e putas. As putas eu só fodo e mando ela pra casa do caralho, se elas querem isso, tudo bem, mas não reclamem depois que sou o “Quebra Corações”.
Se passaram duas aulas agora era educação física, Chaz e Chris foram comigo até o ginásio, só que eles esqueceram o uniformes deles na lavanderia e voltaram lá me deixando ali sozinho, teria que espera-los. A única coisa que falaram foi o vestiário é ali e apontaram para o lado esquerdo do ginásio, então fui. Vi uma placa escrito “Vestiário” então tirei minha blusa e entrei, me assuntei por que eu dei cara com a Becky só de sutiã e calcinha  colocando alguma coisa em seu  armário. Ela deu um grito fino, assustada quando me viu,  eu fiquei meio estático, ela era tão linda! Como sempre, essa desgraçada era a filha da puta mais filha da puta do mundo, mas essa beleza me deixava louco, desde... Desde sempre.
- GAROTO O QUE VOCÊ TA FAZENDO AQUI? - ela falou se alterando e tentou se esconder com seus braços envolta de seu peito. Mas o melhor estava logo abaixo. Senti todos meus pelos se arrepiar quando analisei todo seu corpo. Rebecka evoluiu muito, está mais gostosa e isso me faz querer mata-la, pois somos inimigos, e inimigos não se pegam, mesmo eu querendo abrir uma exceção apenas por prazer, mas ela jamais aceitaria.
- Pensei que era vestiário mascul... Nossa você é muito linda - disse meio paralisado com meus olhos atentos em seu corpo e quando me dei conta já tinha me aproximado dela.
- Eu vou gritar se você não sair daqui – ela disse apontando para porta.
- Calma... – falei e me assustei quando ela começou a gritar.
- SOCOR... - Tapei sua boca para que ninguém escutasse.
- Você é louca Rebecka? – falei a olhando sério.
- OLHA O QUE TEMOS AQUI! – ouvimos uma voz atrás de nós, e já sei de quem se tratava - Logo no primeiro dia... Parece que alguém vai se ferrar - Tiffany atrás de nós!
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CONTINUA???????????

3 comentários

  1. Fia, continua logo essa fic porque ta demais :)
    Beijocas :*

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  2. Continuaa,to vendo que essa Tifanny vai dar trabalho :#

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